sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Lua Azul no dia do enterro de Armstrong: milagre ou coincidência?



Blue Moon, ou Lua Azul, é o carinhoso apelido que se dá à uma segunda lua cheia no mesmo mês, pois nosso calendário mostra em alguns anos 13 luas cheias.
A lua nesse dia não é azul nem maior ou menor , é apenas um apelido, uma brincadeira, a quantidade de luas cheias em um mês não tem qualquer significado.

Pois não é que justamente no dia do enterro de Neil Armstrong - primeiro homem a pisar na Lua - teremos esse evento lunar todo especial?


Sabem o que significa uma coincidência tão grande assim?

Absolutamente nada!
Coincidências são apenas isso, coincidências, nada que as leis da probabilidade não expliquem com facilidade.

Agora imaginem se um grande eclipse ocorresse bem no dia do enterro de um papa, o que diriam os cristãos?
Miracolo!

E muita gente pelo planeta estaria de joelhos em súplicas na hora do eclipse, supondo estar vivenciando um momento de elevação ao seu deus. 

Quando, sabemos, nada seria além de outra grande coincidência.

Dawkins em seu delicioso livro A Magia da Realidade explica que antes de perguntar porque alguma coisa aconteceu é preciso perguntar porque afinal coisas acontecem.

A partir daí fica deliciosamente lógico perceber que coincidências acontecem, sem qualquer força sobrenatural que as guie.
E quando acontecem... as vezes é muito legal, como nesse caso do Armstrong.
Mas nada de milagre, graças ateus!

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

E deu escorredor de macarrão na cabeça!



Um ateu ganhou na Justiça da Áustria o direito de aparecer na foto da carteira de motorista usando um escorredor de macarrão na cabeça como um "símbolo religioso"

Niko Alm fez o pedido depois de tomar conhecimento que a cobertura na cabeça em fotografias só é permitida em caso de necessidade religiosa. 

Então, ele disse ser seguidor da "religião" massafari (uma mistura de massa com rastafari - em inglês funciona melhor: pastafari) .

O austríaco, que teve que comprovar ser psicologicamente apto para dirigir, afirma frequentar a Igreja do Monstro de Espaguete Voador. 

O pedido demorou três anos para ser aprovado, informou o "Huffington Post". 

Agora, Niko quer que as autoridades austríacas reconheçam oficialmente o massafarianismo como uma religião.


Matéria completa em "O Globo":

http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2011/07/14/ateu-ganha-direito-de-usar-escorredor-de-macarrao-em-foto-oficial-392301.asp#.UD5glI1S9JE.facebook

A bíblia e a pena de morte.



Acha que a bíblia é a sagrada palavra do seu bondoso deus?
Defende que seu texto deve ser seguido à risca?
Em caso afirmativo a pessoa deve também ser a favor da pena de morte pois
é isso que o livro mágico defende, não em uma ou duas passagens mas de forma
consistente e repetitiva. 
Segue abaixo uma (reduzida) lista dos "crimes" para os quais a bíblia recomenda pena de morte: 

1- Assassinato (Levítico 24:17);

2- Raptar um homem para vendê-lo (Êxodo 21:16);

3- Sacrificar a outros deuses (Êxodo 22:20);

4- Blasfêmia (Levitico 24:15-16);

5- Violar a guarda do sábado (Êxodo 31:14-15);

6- Feitiçaria (Êxodo 22:18);

7- Ferir os pais (Êxodo 21:15);

8- Amaldiçoar os pais (levítico 20:9);

9- Ser um filho rebelde (Deuteronômio 21:18-21);

10- Prostituição da filha de um sacerdote (Levítico 21:9);

11- Adultério (Levítico 20:10);

12- Incesto com a mãe (ou madrasta) ou com a nora (Levítico 20:11-12);

13- Homossexualidade masculina (Levítico 20:13);

14- Zoofilia (Êxodo 22:19);

15- Ser um falso profeta (Deuteronômio 13:1-5);

16- Estupro de uma mulher desposada (Deuteronômio 22:4);

17- Casar sem ser virgem (Deuteronômio 22:20-21); 

18- Negligência com um boi sabidamente agressivo que tenha matado alguém (Êxodo 21:28-29);

19- Necromancia (Levítico 20:27);

20- Entregar a descendência a Moloque (Levítico 20:1-2);

21- Um estranho (não sacerdote) que chegar perto do tabernáculo (Números 3:10 e 38);

22- Casar com a mãe da própria mulher, caso onde todos deviam ser mortos (Levítico 20:14);

23- Desobedecer ao julgamento dos sacerdotes (Deuteronômio 17:8-12);

24- Fazer sexo estando a mulher menstruada (Levítico 20:18);

25- Falso testemunho envolvendo um crime com pena de morte (Deuteronômio 19:15-21).
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Fonte: o interessantíssimo grupo "Contradições da Bíblia" no Facebook

sábado, 25 de agosto de 2012

domingo, 19 de agosto de 2012

Pai Nosso que estais no Olimpo




Na Olimpíada, muitos atletas erguerem as mãos para o céu. Nossa equipe feminina de vôlei celebrou o ouro com um uníssono e circular Padre-Nosso. Deus jogara do seu lado, o que significa logicamente que, por algum motivo, não jogara do outro. Sejamos compreensivos: não há lógica nessa preferência divina, há outra coisa, igualmente respeitável.
Quando os times perdem, significa que sua fé de vencedor é menor? Talvez se dê o mesmo com o sentimento de honra. Honra, na origem, é a disputa para saber quem faz a maior doação a outrem - este será o mais honrado. Neste caso, a coletividade é o juiz; no da fé, é Deus.
Para que serve o Padre-Nosso. Se macumba ganhasse jogo, dizia João Saldanha, o campeonato baiano terminava empatado. O Padre-Nosso, antes ou depois do jogo, será eficaz? Não, o adversário pode vencer. O que funciona é a confiança no Deus que se tem. "Deus é fiel", dizem os para-choques de caminhão. O Padre-Nosso após os jogos reitera a confiança em Deus. Confiança é um conceito chave na modernidade. A civilização moderna (ou capitalista, se preferimos falar do modo de produção) é tão complexa, tão inacessível à inteligência do homem comum, que só funciona porque confiamos em peritos. Não sei como funciona um celular, como os técnicos da Nasa puseram um robô em Marte, como o dinheiro que aplico aumenta, ou diminui, enquanto durmo, etc. - em qualquer caso eu confio que algum perito sabe e age por mim. Esse perito, indispensável entre nós e as coisas (máquinas, artefatos, habitus, procedimentos, crenças, etc.), é identificado por um rosto confiável. Quem confiaria num cirurgião de piercing no nariz, por exemplo? Ou num jornalista financeiro de bermudas? Deus (com o devido respeito aos que o amam e que têm dele outra definição) é o rosto confiável de uma infinita perícia: a que faz funcionar o mundo. Por isso, o idealizamos a nossa imagem e semelhança, e não o contrário. A imagem do Cristo é de um branco, cabelos lisos, olhos azuis; a de Apolo também: nenhum grego tinha aquele nariz, aqueles cabelos. Nenhum ioruba tem coxas como as de Xangô.
O fingimento dos ateus. Nunca vi um atleta se recusar à corrente do Padre-Nosso. Os que são evangélicos, budistas, espíritas, candomblezeiros, muçulmanos, fazem o que naquela hora? Recitam o Padre-Nosso como mantra, quase como o Hino Nacional - e ponto final. Ou fingem rezar, como os africanos e índios escravizados diante das imagens de santos. Olhavam uma coisa, viam outra. Os jesuítas reclamavam da conversão dos índios: era tão imediata que não podia ser sincera.
Se há ateus entre os atletas brasileiros, são pouquíssimos e não ousariam quebrar a união do grupo. Suponho que os evangélicos, sendo cristãos, pouco se importam. Budistas, macumbeiros, espíritas, idem. Muçulmanos talvez se recusassem - mas nunca vi um deles em qualquer time brasileiro, de qualquer modalidade.
Mesmo ateus, salvo os militantes, tipo Richard Dawkins, podem se sentir à vontade em correntes de oração. Vi uma vez Manoel Zapata, o escritor colombiano, se ajoelhar diante do altar da Lampadosa, no Rio, a última parada do Tiradentes antes da forca. Sendo ele ateu impenitente, perguntei por que o fazia. "Não me ajoelho para o santo, mas para os que acreditam nele."
O fingimento dos macumbeiros. Certa vez tomei café da manhã com Menininha do Gantois. Ela ligou o rádio no programa de um pastor evangélico. Percebendo minha surpresa, explicou: "É para começar o dia, não perco uma pregação". Mesmo quando ataca o candomblé? "Não tem importância, vale tudo para a elevação espiritual." Tema clássico da antropologia essa peculiaridade das religiões arcaicas, cada povo tem o seu deus, mas não dispensa os dos outros. O proselitismo é invenção do monoteísmo. Nas conquistas antigas, os deuses dos conquistados aumentavam o panteão dos conquistadores. Isso aconteceu mesmo na América, onde os deuses locais foram incorporados quase sempre com sinal trocado - como aquele Anhangá tupi, virado em demônio - ou indiretamente, a medo. O Cristo Redentor abençoa todos os cariocas, mesmo os que dispensam bênçãos. Ateus e macumbeiros desdenham a hegemonia católica. Cuidado, portanto. Pode haver ateus e macumbeiros entre os recitadores do Padre-Nosso olímpico. 
JOEL RUFINO DOS SANTOS - no Estadão de hoje.

Ciência, fé e extrapolação.



Será que podemos compreender o mundo sem ter alguma espécie de crença? Essa não só é uma das questões centrais da dicotomia entre a ciência e a fé como também influencia de que modo um indivíduo se relaciona com o mundo.
Se contrastarmos explicações míticas e científicas da realidade, podemos dizer que mitos religiosos procuram explicar o desconhecido com o "desconhecível", enquanto que a ciência procura explicar o desconhecido com o "conhecível".
A tensão vem da crença de que duas realidades independentes existem em pé de igualdade; uma que pertence a este mundo (e que é, portanto, "conhecível"), e outra fora dele (e que é, portanto, "desconhecível" ou inescrutável).
Tanto o cientista quanto o crente acreditam, se bem que a crença de cada um é bem diferente. A do cientista se manifesta de forma clara quando faz uma extrapolação de uma teoria ou modelo além de seus limites testados.
Por exemplo, ao afirmar que "a gravidade atua da mesma forma em todo o Universo", ou "a teoria da evolução por seleção natural se aplica a todas as formas de vida, inclusive as extraterrestres", não sabemos se essas extrapolações são verdadeiras. Mas, dado o sucesso das teorias em que se baseiam, vale a pena apostar nelas. Testes futuros confirmarão (ou não) a veracidade da extrapolação.
Sem esse tipo de fé no poder da extrapolação, a ciência não avançaria. Eis um exemplo. A teoria da gravitação universal de Newton, explicada no Livro 3 do seu monumental "Princípios Matemáticos da Filosofia Natural", deveria ter sido chamada de "teoria da gravitação do Sistema Solar", já que, no século 17, não havia como testá-la.
Porém, Newton foi em frente e supôs que a força da gravidade-proporcional à massa dos corpos e inversamente proporcional ao quadrado de sua distância- funcionaria em todo o Cosmo: "Se foi estabelecido que todo corpo na vizinhança da Terra gravita em direção à ela em proporção à sua matéria, teremos de concluir que todos os corpos exercem gravitação mútua".
Mais tarde, em carta datada de 10 de dezembro de 1692 e endereçada a Richard Bentley, teólogo de Cambridge, Newton usa a mesma extrapolação para argumentar que o Universo deve ser infinito.
Se a gravidade atuasse sobre um Universo finito, pensou Bentley, não causaria o colapso de toda a matéria no seu centro? Newton concordou que esse seria o destino da matéria num universo finito.
Porém, sugeriu, "se a matéria estiver distribuída de forma homogênea em um Universo infinito, não colapsaria em uma única massa; um pouco de matéria se aglomeraria em um lugar, um pouco mais em outro, constituindo um número infinito de grandes massas, espalhadas pelas distâncias do espaço".
A crença de Newton na natureza universal da gravidade era tão forte que o levou a especular com confiança sobre a extensão espacial do Cosmo. Einstein fez algo semelhante, mas temos de deixar essa história para outra semana.
Para avançar em suas teorias, o cientista precisa ter a coragem de arriscar e de estar errado. Só quando nos atrevemos a arriscar e errar é que podemos, talvez, enxergar um pouco mais longe do que os outros.
MARCELO GLEISER (FSP, 19/08/12)

sábado, 18 de agosto de 2012

Deus ajuda mensaleiros?



O deputado petista João Paulo Cunha - réu no caso mensalão -  declarou que a fé em deus vai salva-lo das "injustiças" humanas.
Para recordar, o nobre deputado é aquele cuja esposa foi ao banco pagar uma conta de TV a cabo e de lá saiu com R$ 50 mil em dinheiro vivo na bolsa. 
Segundo Cunha a fé em deus o ajuda a manter o ânimo nesse momento.
Eu fico aqui imaginando que se existisse um deus ele provavelmente teria coisas bem mais importantes a fazer que salvar políticos enroscados em desvios de dinheiro público.
Se bem que coerência nunca foi o forte desse deus judaico-cristão, basta lembrar que teve um trabalhão danado para ajudar Moisés a abrir o mar para salvar seu "povo escolhido" do cativeiro mas depois esqueceu-se de abrir os portões dos campos de concentração nazistas que matavam milhares de judeus todos os dias.
Esse deus a quem o mensaleiro hoje apela é o mesmo que nos ama incondicionalmente mas recomenda apedrejar adulteras e assassinar pessoas que trabalham aos sábados.
É, pensando melhor, João Paulo Cunha talvez tenha motivos para ter esperanças.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Mais educação = menos ilusão.


O que é uma teoria?



Uma das “acusações” lançadas aos cientistas é que a evolução é só uma teoria, não uma lei ou um fato, e que portanto, não merece confiança. Em parte, tal acusação é verdadeira: a teoria da evolução não é uma lei, é “só uma teoria”. Mas a teoria da gravitação também “é só uma teoria”, e você não vê ninguém se amarrando ao chão por causa disso.
“Teoria” no sentido coloquial (“Tenho uma teoria de que meu irmão está comendo meu chocolate”) é muito diferente de uma teoria científica. Não existe tal coisa como “só uma teoria” científica. A do chocolate é uma “teoria” muito diferente da teoria da relatividade, por exemplo. A teoria da relatividade é uma teoria científica, que se relaciona com fatos e hipóteses, e é constantemente substituída ou aperfeiçoada ao longo de muito tempo e esforço. 
Quando os cientistas usam o termo “teoria” você tem que lembrar que este termo é parte do jargão da profissão deles e quando você usa no seu dia-a-dia está se referindo a uma hipótese.

O que é uma teoria? 

“A ciência não passa do bom senso exercitado e organizado” — Aldous Huxley

A Academia Nacional de Ciências dos EUA define uma teoria como sendo “uma explicação plausível ou cientificamente aceitável, bem fundamentada, que explica algum aspecto do mundo natural. Um sistema organizado de conhecimento aceito que se aplica a uma variedade de circunstâncias para explicar um conjunto específico de fenômenos e predizer as características de fenômenos ainda não observados”.
O dicionário Michaelis On-line define teoria como sendo uma “hipótese já posta à prova, no mundo real, confirmada e, assim, aceita por cientistas orientados e experimentados no assunto; está, porém, sempre sujeita a modificação de acordo com novas descobertas”.
Uma teoria geralmente começa a partir da observação da natureza. Um fenômeno é observado, e a partir desta observação, um cientista ou equipe de cientistas chega a uma teoria, um modelo para explicar o fenômeno. Junto com a teoria também nascem hipóteses que, se provadas falsas, podem invalidar a teoria em parte ou totalmente.
Formulada a teoria e as hipóteses, o próximo passo é testá-las, fazendo previsões teóricas e observando as mesmas em laboratório ou na natureza.
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Como podemos perceber a ciência anda por um trilho muito diferente do usado pelas religiões. Para estas vale a fé, a vontade de acreditar em uma estória sem fundamentação alguma apenas pela sensação de segurança que ela proporciona.
Para a ciência não há zona de conforto, a verdade de hoje pode mudar amanhã ante novas descobertas e é isso que a torna fascinante.

Vale a pena ler a matéria completa desse ótimo site Hypescience, veja: 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A singularidade humana.


 A notícia ficou velha, mas não resisto a comentá-la: neurocientistas assinaram, no fim de julho, um manifesto em que afirmam que vários animais não humanos, incluindo aves e polvos, possuem algum tipo de consciência.
A questão é interessante porque evoca a singularidade humana. Mais ou menos a metade dos cientistas, aí incluídos os signatários do documento, acredita que o bicho-homem faz parte de um contínuo no qual se inscrevem todos os animais. Já a outra metade, acompanhada pelos religiosos, vê uma ruptura profunda entre a nossa espécie e as de nossos parentes, mesmo os próximos.
Uma frase do psicólogo David Premack dá a dimensão do cisma: "Por que será que o biólogo E.O. Wilson consegue distinguir entre dois tipos de formiga a uma distância de 90 metros, mas é incapaz de ver a diferença entre uma formiga e um homem?".
Não há muita dúvida de que existem diferenças e elas são gritantes. Para começar, nenhum outro animal conta com linguagem recursiva, que permite comunicar mais ou menos qualquer ideia. Também não se vê nos demais representantes do reino coisas como religião, crises existenciais ou gosto por música e poesia.
Ainda assim, é perfeitamente possível que essas diferenças se devam apenas a uma questão de grau, sem que necessitemos invocar uma especificidade irredutivelmente humana.
De minha parte, acompanho o raciocínio de Michael Gazzaniga, exposto em "Human". Para o neurocientista, existem diferenças tanto em nível molecular como anatômico, mas elas são ínfimas. O que torna o estudo do cérebro interessante é tentar compreender como variações tão diminutas nos neurônios e sua organização podem, pelo fenômeno da emergência, produzir um resultado final tão dramático em nossas mentes. Em suma, somos um bicho como qualquer outro mas que, por caprichos da natureza, acabou ficando com um cérebro bastante peculiar.
Hélio Schwartsman, FSP de 12/08/12

sábado, 11 de agosto de 2012

Minha religião!


"Quando pratico o bem, sinto-me bem; quando pratico o mal, sinto-me mal. 
Eis a minha religião." 

Abraham Lincoln

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Curiosidade científica custa barato, o que custa caro é manter igrejas!




Para aqueles que criticam o dinheiro gasto pelo governo norte americano em seu programa espacial seguem algumas curiosidades sobre o Curiosity:

Os 2,5 bilhões de dólares foram gastos aqui nos Estados Unidos, não em Marte. Geraram empregos, recolheram impostos e aqueceram a economia, além de fomentar a evolução científica e tecnológica, com benefícios diretos para muito outros setores.

O exercito norte americano gasta essa verba – 2,5 bi de dólares – a cada 33 horas.

Só em batata frita os americanos gastam U$ 7 bilhões por ano.

E se a isenção fiscal das igrejas fosse cancelada o dinheiro arrecadado em impostos seria suficiente para duas  missões  Curiosity por mês, para sempre.
(Fonte: United Atheists of America)

Ex-ateia versus Ex-católico.


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Jipe da Nasa pousa em Marte: aqui é ciência, irmão!


Essa foto, ainda em baixa resolução, foi a primeira tirada pelo jipe Curiosity que acaba de pousar na superfície do planeta vermelho após uma complicada e arriscada operação de descida.
Só para lembrar: os cientistas que conseguem uma proeza tecnológica dessa são os mesmos que afirmam que o universo tem 13,75 bilhões de anos, que a vida evoluiu pela seleção natural e que a humanidade não descende de um só casal, bobagens bíblicas aceitas como verdade pelos fanáticos religiosos.
Ah, nada como acreditar em coisas comprováveis!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Santa ciência !!


O invés de santinhos, estatuetas, altares e outras coisinhas assim... que tal cultuarmos aqueles que verdadeiramente mudaram nossas vidas?